Garena remove hackers e pune 289 contas por fraude no ranking do Free Fire

Ações recentes da Garena mostram quase 300 mil hackers banidos, centenas de canais removidos e 289 contas retiradas do ranking por irregularidades.

Garena remove hackers e pune 289 contas por fraude no ranking do Free Fire
Garena remove hackers e pune 289 contas por fraude no ranking do Free Fire

Por Ronny Rolim


As medidas contra trapaças no Free Fire ganharam força novamente nesta semana. Publicações divulgadas por canais oficiais da Garena em servidores asiáticos mostram uma nova rodada de punições envolvendo hackers, distribuidores de cheats e até jogadores que teriam manipulado o sistema ranqueado. Os números chamam atenção porque afetam diretamente a experiência de quem joga partidas competitivas diariamente.

Entre os dados divulgados oficialmente estão quase 300 mil contas banidas por uso de hack, mais de 600 canais relacionados à distribuição de trapaças removidos e 289 jogadores excluídos das classificações ranqueadas após investigações internas. Embora os anúncios tenham sido publicados em regiões específicas, eles mostram como o sistema antitrapaça Eclipse continua sendo utilizado para monitorar comportamentos considerados ilegais ou injustos dentro do jogo.

O que aconteceu desta vez no Free Fire?

Sistema Eclipse utilizado pela Garena para combater hacks no Free Fire
Publicações oficiais mostram novas ações do sistema Eclipse contra hacks, manipulação de ranking e distribuição de cheats.

Dois comunicados oficiais publicados por contas verificadas do Free Fire chamaram atenção da comunidade. O primeiro foi divulgado pela conta oficial da Indonésia e trouxe um balanço atualizado das ações do sistema Eclipse. O segundo apareceu nos canais oficiais da Tailândia e informou punições relacionadas ao sistema de classificação ranqueada.

Juntas, as duas publicações ajudam a entender como a Garena está atuando em diferentes frentes para reduzir práticas consideradas prejudiciais ao ambiente competitivo. Em vez de focar apenas em softwares ilegais, os comunicados mostram que também existe monitoramento sobre comportamentos que podem afetar a integridade das partidas.

O destaque principal ficou para os números divulgados no relatório do Eclipse, que apontam centenas de milhares de punições e ações contra a divulgação de ferramentas ilegais.

Quase 300 mil hackers foram banidos

Segundo o material divulgado pela conta oficial indonésia do Free Fire, o sistema Eclipse registrou a remoção de 299.175 contas identificadas utilizando hacks ou softwares proibidos.

O número representa uma das maiores operações de fiscalização divulgadas recentemente pelos canais oficiais do jogo e reforça que o combate às trapaças continua sendo uma prioridade para a desenvolvedora.

Embora a publicação não detalhe exatamente quais tipos de programas foram detectados, o histórico do Free Fire mostra que normalmente as punições envolvem ferramentas como:

  • Aimbots;
  • Wallhacks;
  • Modificações de APK;
  • Scripts automatizados;
  • Manipulação de arquivos do jogo;
  • Programas externos que alteram mecânicas de partida.

Nos últimos anos, a Garena investiu em diferentes sistemas de detecção automática para identificar padrões anormais de comportamento dentro das partidas. Em muitos casos, os banimentos ocorrem sem aviso prévio quando o sistema encontra evidências suficientes de utilização de ferramentas proibidas.

Além disso, a empresa costuma aplicar punições permanentes em situações consideradas graves, especialmente quando há comprovação de uso de softwares desenvolvidos especificamente para obter vantagens competitivas.

Mais de 300 mil jogadores receberam compensações

Um dos dados mais interessantes apresentados na publicação não foi o número de banimentos, mas sim a quantidade de jogadores que receberam algum tipo de compensação após serem afetados por hackers.

De acordo com a imagem divulgada oficialmente, 303.280 jogadores foram compensados porque tiveram partidas impactadas por usuários posteriormente identificados como infratores.

A Garena não detalhou exatamente qual foi a natureza dessas compensações. Entretanto, sistemas semelhantes presentes em outros jogos competitivos costumam utilizar mecanismos como:

  • Restituição de pontos de ranking;
  • Correção de resultados de partidas;
  • Reversão de perdas injustas;
  • Reajustes automáticos na classificação.

A divulgação desse número sugere que o Eclipse não atua apenas removendo infratores. O sistema também parece analisar o impacto causado por determinadas contas para minimizar prejuízos sofridos por jogadores legítimos.

Esse tipo de iniciativa é particularmente relevante em modos ranqueados, onde derrotas provocadas por hacks podem influenciar diretamente a progressão de patente dos usuários.

612 canais relacionados a hacks foram removidos

Outro dado divulgado pela Garena envolve o combate à disseminação de conteúdo relacionado a cheats.

Segundo a publicação oficial, 612 canais foram removidos por estarem associados à divulgação de hacks. O comunicado cita especificamente plataformas populares como YouTube, Facebook e TikTok.

Essa informação mostra que o combate às trapaças não está restrito apenas ao ambiente interno do jogo.

Nos últimos anos, diversos grupos passaram a utilizar redes sociais para promover programas ilegais, vender ferramentas de modificação ou ensinar métodos para burlar sistemas de segurança. Muitas vezes esses conteúdos alcançam milhares de visualizações antes de serem denunciados.

Ao informar a remoção de centenas de canais, a Garena demonstra que também busca reduzir a exposição desse tipo de material, dificultando a distribuição de ferramentas utilizadas para trapacear.

Embora a empresa não tenha divulgado a lista dos canais afetados, a ação reforça o alerta de que conteúdos oferecendo hacks, diamantes gratuitos não autorizados ou métodos de manipulação do jogo podem resultar em consequências para seus responsáveis.

Nova fiscalização também atingiu o ranking do Free Fire

Enquanto a Indonésia divulgava os números relacionados ao Eclipse, a conta oficial tailandesa publicou um comunicado diferente.

Nesse caso, o foco não estava em hacks tradicionais, mas em comportamentos considerados inadequados dentro do sistema ranqueado.

Segundo a publicação, após investigações internas foram identificados 289 jogadores envolvidos em atividades irregulares relacionadas ao ranking. Como resultado, essas contas foram removidas das classificações oficiais.

O comunicado não menciona explicitamente programas de hack nem descreve quais métodos foram utilizados pelos infratores.

No entanto, a mensagem indica que houve violação das regras que regem a disputa competitiva e que as medidas foram adotadas para preservar a integridade das classificações.

O que pode ter causado a punição dessas 289 contas?

A Garena não divulgou detalhes específicos sobre cada caso analisado. Por isso, qualquer tentativa de apontar uma prática exata seria especulativa.

Mesmo assim, historicamente existem algumas infrações que costumam ser investigadas em sistemas ranqueados de jogos competitivos:

  • Manipulação de resultados;
  • Entrega intencional de partidas;
  • Boosting de contas;
  • Troca coordenada de vitórias;
  • Uso de contas secundárias para favorecer terceiros;
  • Exploração de falhas que afetam o ranking.

O comunicado oficial deixa claro apenas que os jogadores apresentaram comportamento considerado inadequado dentro do ambiente ranqueado e que, após verificação, foram removidos da classificação.

Não há indicação de banimento permanente no material divulgado, apenas a exclusão dos rankings competitivos naquele momento.

Por que isso importa para quem joga ranqueada?

Grande parte da comunidade participa das temporadas competitivas com o objetivo de alcançar patentes mais altas, melhorar estatísticas pessoais ou conquistar posições de destaque.

Quando jogadores utilizam métodos proibidos para subir no ranking, a competição deixa de refletir o desempenho real dos participantes.

Isso gera diversos problemas:

  • Posições legítimas podem ser perdidas;
  • Jogadores honestos enfrentam adversários favorecidos indevidamente;
  • Classificações deixam de representar mérito real;
  • A confiança no sistema competitivo diminui.

Por esse motivo, ações de fiscalização relacionadas ao ranking costumam receber atenção especial das equipes responsáveis por jogos online.

Combate às trapaças vai além dos hackers

As duas publicações divulgadas nesta semana mostram uma tendência importante.

Durante muito tempo, a palavra “trapaça” foi associada quase exclusivamente a programas de hack. Entretanto, os sistemas modernos de fiscalização passaram a considerar outros comportamentos capazes de comprometer a experiência competitiva.

Hoje, muitas desenvolvedoras analisam não apenas softwares ilegais, mas também padrões de conduta que possam manipular resultados, prejudicar adversários ou criar vantagens artificiais.

No caso do Free Fire, os comunicados indicam exatamente essa ampliação do escopo de monitoramento.

Enquanto um relatório destaca quase 300 mil banimentos por hacks, outro mostra punições relacionadas especificamente ao funcionamento do ranking.

Isso demonstra que a integridade competitiva depende de diversos fatores e não apenas da remoção de programas externos.

O que os jogadores devem fazer para evitar problemas?

Embora a maioria dos usuários nunca enfrente punições, algumas boas práticas ajudam a reduzir riscos e manter a conta em conformidade com as regras oficiais.

  • Utilizar apenas a versão oficial do Free Fire;
  • Evitar APKs modificados;
  • Não instalar programas que prometem vantagens competitivas;
  • Não compartilhar contas para subir patente;
  • Evitar métodos artificiais de manipulação de ranking;
  • Desconfiar de ofertas envolvendo hacks ou scripts.

Também é importante lembrar que conteúdos divulgados em redes sociais nem sempre são seguros. Muitas ferramentas apresentadas como “inofensivas” acabam resultando em punições permanentes ou até problemas de segurança digital.

O que ainda não foi confirmado oficialmente?

Apesar dos números divulgados, alguns detalhes permanecem sem explicação pública.

A Garena não informou:

  • Quais tipos específicos de hack compõem os 299.175 banimentos;
  • Como funcionam exatamente as compensações concedidas aos jogadores afetados;
  • Quais critérios foram utilizados para remover os 289 usuários do ranking;
  • Se haverá novas rodadas de punição relacionadas aos mesmos casos.

Por isso, qualquer interpretação além das informações presentes nos comunicados oficiais deve ser tratada apenas como hipótese.

Frase que resume a situação

Em maio de 2026, publicações oficiais do Free Fire revelaram quase 300 mil hackers banidos, mais de 300 mil jogadores compensados e 289 contas removidas do ranking após investigações internas.

O que isso significa para o futuro das partidas?

As ações divulgadas nesta semana mostram que a fiscalização continua ativa em diferentes áreas do Free Fire. O combate a hacks permanece sendo uma prioridade, mas os comunicados indicam que a Garena também está observando comportamentos capazes de comprometer a integridade das classificações competitivas.

Para os jogadores que participam diariamente de modos ranqueados, a principal consequência prática é a tentativa de tornar o ambiente mais equilibrado e reduzir vantagens obtidas de maneira irregular.

Embora nenhum sistema seja capaz de eliminar completamente todas as formas de trapaça, a divulgação periódica desses relatórios serve como indicativo de que as investigações continuam acontecendo e que novas punições podem ocorrer sempre que forem identificadas violações das regras oficiais.

Perguntas frequentes sobre as punições recentes no Free Fire

Quantos hackers foram banidos segundo o relatório divulgado?

A publicação oficial citou 299.175 contas banidas por envolvimento com hacks e outras formas de trapaça detectadas pelo sistema Eclipse.

O que aconteceu com os 289 jogadores mencionados pela Garena?

Segundo o comunicado oficial da Tailândia, eles foram removidos das classificações ranqueadas após investigações relacionadas a comportamentos considerados inadequados no sistema de ranking.

A Garena explicou como funcionam as compensações aos jogadores?

Não. A publicação apenas informou que 303.280 jogadores receberam compensações por terem sido afetados por hackers, sem detalhar o mecanismo utilizado.

Quem disputa ranqueadas regularmente deve ficar atento às regras oficiais e evitar qualquer prática que possa ser interpretada como manipulação do sistema. Além disso, vale acompanhar os codiguin FF disponíveis e conferir as melhores dicas para subir de rank sem correr riscos de punição.


✍️ Sobre o autor

Parceiro FFCP

Fundador do Free Fire Mania e parceiro oficial da Garena desde 2018. Participa de eventos oficiais, testa atualizações na prática e acompanha diretamente a comunidade — por isso cada conteúdo aqui é baseado em informação verificada.



📢 Compartilhe este artigo:


🔥 Quer mais codiguins, eventos e novidades do Free Fire?

Siga o Free Fire Mania e receba tudo em primeira mão 🚀

Notícias Relacionadas: